Passei o dia tão bem, sorrindo, cantando, conversando, acompanhada. Ao anoitecer, fiquei sozinha e não conseguia dormir. Quando caio na real de que está escuro e nada mais vai acontecer, que aquele dia acabou ali, me dá um desanimo eu não sei explicar. Eu já achei que fosse depressão, porque é um tipo de tristeza pós nada. Nada me aconteceu mas me dá vontade de chorar, de conversar com alguém, até parece que eu nunca mais vou estar acompanhada. Eu não estou totalmente sozinha, meu cão está dormindo ao lado da minha cama, meus pais no quarto deles, mas em mim um vazio, um poço sem fundo, e uma nuvem de lagrimas pronta pra fazer chover enfim. Eu procuro um motivo, será solidão? Ou será aquela antiga paixão? Talvez falta de quem eu um dia fui, ou falta de um momento que eu nem sei se aconteceu. Me rolo na cama, e meus olhos não conseguem se fechar. Fui ouvir musica e a situação só piorou. Queria pelo menos ter alguém que me mandasse sms nessas horas e dissesse o que eu queria ler, me mostrar que não estou sozinha realmente. Nada que eu quero acontece, sinto falta daquelas noites em qué é dificil dormir pois é muita felicidade ocupando o coração e aquele sorriso que não sai do rosto impede que fechamos os olhos.. Vou rolar mais um pouquinho nessa cama, abraçar a dor e esperar amanhecer, quem sabe caia uma, ou duas gotinhas dos meus olhos, já consigo sentir tudo embaçando, se piscar escorre!


Passei o dia tão bem, sorrindo, cantando, conversando, acompanhada. Ao anoitecer, fiquei sozinha e não conseguia dormir. Quando caio na real de que está escuro e nada mais vai acontecer, que aquele dia acabou ali, me dá um desanimo eu não sei explicar. Eu já achei que fosse depressão, porque é um tipo de tristeza pós nada. Nada me aconteceu mas me dá vontade de chorar, de conversar com alguém, até parece que eu nunca mais vou estar acompanhada. Eu não estou totalmente sozinha, meu cão está dormindo ao lado da minha cama, meus pais no quarto deles, mas em mim um vazio, um poço sem fundo, e uma nuvem de lagrimas pronta pra fazer chover enfim. Eu procuro um motivo, será solidão? Ou será aquela antiga paixão? Talvez falta de quem eu um dia fui, ou falta de um momento que eu nem sei se aconteceu. Me rolo na cama, e meus olhos não conseguem se fechar. Fui ouvir musica e a situação só piorou. Queria pelo menos ter alguém que me mandasse sms nessas horas e dissesse o que eu queria ler, me mostrar que não estou sozinha realmente. Nada que eu quero acontece, sinto falta daquelas noites em qué é dificil dormir pois é muita felicidade ocupando o coração e aquele sorriso que não sai do rosto impede que fechamos os olhos.. Vou rolar mais um pouquinho nessa cama, abraçar a dor e esperar amanhecer, quem sabe caia uma, ou duas gotinhas dos meus olhos, já consigo sentir tudo embaçando, se piscar escorre!


Sou uma tormenta, sou confusão, sou uma bagunça de sentimentos, um coração que transborda palavras mudas, sou um quebra-cabeça de centenas de peças, e muitas delas perdidas por aí, sou simplesmente complicada demais, eu sei. Sou tão fria, tão distante, às vezes tão na minha, não é? Às vezes quieta, às vezes tão feliz, ou pelo menos, aparentando ser. Nessas estradas já levei cada topada, já acrescentei cada decepção na minha vida, já acreditei em cada pessoa, já me arrependi tanto, já fiz e falei cada coisa das quais hoje eu me envergonho tanto. Mas é assim mesmo, não é? É acrescentando essas experiências, às vezes boas e às vezes nem tanto que aprendemos a viver e não somente sobreviver. Sobreviver pode parecer difícil, mas não é. Sobrevivemos a tantas coisas todos os dias, mas viver cada uma delas não é para muitos. E é por tudo que eu já vivi, tudo que eu já enfrentei, tudo que eu já senti, tudo que eu já chorei e também sorri que eu me tornei o que sou hoje. Chata, fria, perfeccionista, desiludida. Não acredito, não crio esperanças, nunca acho bom o bastante. Não me interesso por garoto algum, não me apaixono, sempre procuro pelos defeitos, crio desprezo e nojo, mas isso é triste, é uma tormenta, porque sendo assim eu acabo me sentindo muito sozinha. É doloroso, sabe? Não poder acreditar naquilo que você sente, não poder dar um passo a frente… é como ver um filme já sabendo o seu final. Você não se entrega porque sabe exatamente que vai amar, que vai sorrir, que vai ser bom, mas que depois vai ser abandonada, que todas as promessas serão quebradas, que vai acabar com o coração despedaçado. Não é o filme com o final que se espera, nesses caminhos só existe um começo feliz. Final feliz? Como pode ser feliz, se é o final e na verdade, te prometeram que o final não existiria? Gabriela Almeida, umavezjulieta.


“Eu não posso suportar isso, eu vou morrer”. Cale a boca garota, vai morrer que nada. Quantas vezes você já pensou que não conseguiria superar e hoje já nem se recorda mais? Quantas vezes você já se julgou incapaz e provou para si mesma o contrário? Simplesmente siga em frente. Levante a cabeça, e não, não chore, não se reprima, não se torture pensando “e se” o tempo inteiro. Princesa, acredite. Você é mais forte do que isso. Às vezes é necessário deixar a coroa de lado e pegar a armadura, às vezes é necessário lutar para vencer as mágoas, as dores, o desespero. O que mais você tem a perder? Nada, não é? Então vamos, arrisque. Você só tem a ganhar com isso. Acredite em você, porque o seu amor primeiramente precisa ser de fora para dentro e não de dentro para fora. Esqueça, pequena. Esqueça o que eles dizem, o que você acha, o que o teu espelho fala, esqueça. Se o que você tem não te satisfaz não fique parada nesse quarto escuro, saia e procure mudanças que te tornem uma pessoa melhor. Sendo loira, morena, gorda, ruiva, magra, baixa, alta, meiga ou fria, o fato é que você é linda como você é. Você pode até não ser perfeita, mas sabe… você é perfeitamente você, e acredite, isso vale muito. Mais do que você imagina. Gabriela Almeidaumavezjulieta.


Não tem jeito, existem coisas que a gente querendo ou não, fazem falta. E quando faz falta… ah, não existe reza, suplica, mudança, macumba, diversão ou substituição que resolva. Quando faz falta, faz falta e pronto, sem vírgulas, sem espaço, simplesmente aperta o peito com aquela saudade vazia… não existe outro caminho, não existe outra escolha. Ou dói, ou dói. E eu vou seguindo, parando em algumas esquinas, caindo de vez em quando, tropeçando nos sentimentos com o passado batendo no ombro, sussurrando baixo e claro em meu ouvido “ei, olha para trás”, mas eu não vou ceder, eu não vou voltar. Eu fui embora, levei comigo o que ainda restava de bom e admito que não foram tantas coisas, mas elas valem muito pra mim. Às vezes eu paro no caminho. São os meus momentos de fraqueza, meus momentos de sofrimento, andando dói muito, mas se eu paro dói ainda mais, tortura, faz sangrar, arranca lágrimas que eu não queria chorar. Por que diabos você tinha que vir e fazer todas aquelas promessas? Por que você disse que seria pra sempre, que iria me eternizar na sua vida e depois de alguns tropeços você abriu a porra da porta, sumiu e nunca mais voltou? Sabe o que mais me revolta, o que mais me dói, o que mais me prende? É saber que a nossa despedida foi a mais vazia possível, foi aquela em que nem eu e nem você dissemos adeus. Foi aquela em que eu não tive oportunidade de pedir outra vez pra você ficar. Foda-se, foi melhor assim. Quer saber? Eu fico melhor sem você mesmo. Não era pra estar doendo tanto, era? Você decidiu ir, você quis me deixar, você abriu a porra da porta. E daí? Eu vou ficar bem, não vou? O que me alivia, é que quando começar a doer em você, quando você se der conta do que perdeu, já não vai mais doer em mim. Agora vai, idiota. Me procura. Me procura nessas lembranças secas, nesses risos vazios, nessas esquinas frias… lembra? Eu estive aqui bem antes desses seus choros sem sentido, eu gritei em silêncio, supliquei por você e não importa o quão altos fossem os meus gritos, o que me parecia é que você não queria escutar. Gabriela Almeida, umavezjulieta.


Eu não assisto novelas, não sei cozinhar, tenho dificuldades em conjugar o verbo amar e as vezes faço um nó em meus pensamentos. Eu não sou sortudo. Por onde passo saio derrubando tudo, desde um vaso sobre a mesa ou até mesmo cortinas. O meu celular não é um dos melhores, o meu computador não é o mega rápido. Minhas roupas nem sempre são de marca, poucas são as vezes que não saio todo amarrotado, todo descabelado, com o tênis desamarrado e a calça larga. Eu não sou tão bom em criar amizades como sou um pouco melhor em futebol e outras coisas. Eu não consigo espirrar de olhos abertos, não consigo comer e conversar ao mesmo tempo - até consigo, deselegantemente. Na escola tenho dificuldades em subtrair e dividir, porém sou ótimo em multiplicar. A minha rua não é tão movimentada, a minha cidade não é enorme. Eu prefiro uma cidade pequena e com boas condições a invés de morar em uma metrópole onde não se pode nem mesmo andar que é esmagado pela multidão. Tem dias que até prefiro o campo. Bem melhor em uma rede deitar, ler, descansar e suavizar. Eu não tenho coordenação motora. Não passo muito tempo com os meus pais, não socializo com os meus vizinhos e não consigo ouvir música com um som mínimo - tem de ser no máximo ou no máximo, é assim. Me dão oito e eu escolho oitenta. Eu gosto de café e odeio chá. Todas as manhãs eu pego o jornal que o jornaleiro joga em meu quintal. Eu não uso sapatos, eu não sei fazer poesias. E que se foda essa porra de sociedade. Eu não sei ser outra pessoa, eu não sei disfarçar o meu ciúme e eu não me desapego facilmente. Odeio dizer um ‘eu te amo’ e dificilmente digo, apenas de último caso. Sempre quebro minhas promessas. Tenho preguiça de limpar ou lavar os meus tênis e são poucas as vezes que arrumo o meu quarto. Acho graça e faço pirraça quando meus pais implicam comigo. Não gosto de empilhar os meus livros, mesmo sendo poucos, odeio organizar minhas gavetas e também odeio arrumar o meu guarda-roupa. Não almoço junto com a família. Sempre separado, no quarto ou na sala e as vezes nem almoço. Eu não gosto de calor, de verão e tomo os meus banhos apenas em águas frias. Até mesmo no inverno. Eu não gosto de jogar baralhos e nem de ser o último da fila. Mesmo sendo o maior da turma. E, por fim, apesar de não conseguir ser uma outra pessoa, eu odeio ser eu. Um erro meu. Eu sou o meu erro.
— Eu sou o meu erro, Lucas Guerrero (via principe-derrotado)

Aquela roupa que ela tanto gostava já não cabe mais nela, talvez tenha engordado um pouco, sua letra estava menor e mais ‘relaxada’, talvez seja essa preguiça que começou a tomar conta, começou a ouvir musicas diferentes do que ouvia, talvez seja essa mudança de fase, começou a ser mais fria um pouco mais dura, talvez era o amor. Espera, talvez não, é. O amor à invadiu, deixando-a boba- Já se considerava assim muito antes- fazendo ela ter uma explosão de sentimentos incertos, que não sabia falar o nome de nenhum que nela permanecia. Começou a se identificar com vários textos bobos, que continham frases clichês, e o que ela chamava de ‘meloso’ hoje se encaixava direitinho nela. Não percebia que estava mudando, crescendo, queria continuar sendo uma criança. E quando chorou pelo primeiro amor percebeu que realmente mudou, se olhou no espelho, se viu maior, não só em altura, estava vendo aquelas gordurinhas, achava engraçado, quando menor costumava ser bem magrinha. Olhou a playlist do celular dela e viu quantas musicas diferentes tinham ali, mil vezes diferentes do que costumava ouvir, abriu o guarda-roupas, pegou uma calça e viu o quanto o número dela tinha aumentado. Voltou-se novamente ao espelho, olhava seu cabelo dessa vez, ele não estava lhe agradando, talvez precisasse de mexas, ou talvez de um tratamento, não sabia. Sentou-se e tentou olhar dentro de si. Percebeu que por dentro mudou mais ainda e o que a fez mudar?  Adivinha… Nada mais nada menos do que o amor. Não só aquele amor de ‘namorados’ também quele amor amigo, irmão, que todos nós precisamos. Já tinha perdido tanta gente que amava, já não foi correspondida e sofreu tanto. Ela que parecia tão controlada, estava um tumultuo por dentro. Não sabia em que direção ir, não sábia como ‘deletar’ tanta coisa que na mente dela estavam. Tantas coisas tinham mudado e ele não se deu conta, estava parada no tempo por um amor bobo. Então a partir daquele momento decidiu tomar uma decisão e a tal foi viver. Não podia ficar parada no tempo, não podia ficar sem aproveitar as coisas que vinham passado por sua vida, já tinha perdido de fazer muita coisa. Levantou-se tomou um banho, vestiu aquela roupa que a fazia se sentir tão a vontade, arrumou o seu cabelo, calçou o seu all star favorito, saiu de casa, e foi aproveitar. Ligou pros amigos, comeu besteira, deu várias gargalhadas- o que não estava fazendo a muito tempo- E disso tudo tirou uma conclusão, clichê, mas que estava se encaixando perfeitamente naquela garotinha que tinha mudado tanto: O amor é lindo, nos faz estar no topo, com uma sensação ótima, de que tudo está super bem. Mas, também fere, dói, faz chorar, provoca mudanças. O amor é uma verdadeira montanha-russa.” Joyce Macêdo (Confrontando-se)


Parece que quanto mais a gente conhece um abraço, mais carente a gente fica dele.


O mundo precisa de atitudes, não de opiniões. Opinião nenhuma mata fome ou cura doença.
Angelina Jolie (via sociedadedospoetasmortos)


E de uma hora para outra,

seu mundo desaba.
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